A prova de que Mark Zuckerberg cagou pra sua privacidade

por Renan Dissenha Fagundes | 7 fevereiro 2014

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A gente e o resto do mundo vive insistindo no tema Facebook e privacidade. Mas tem uma pessoas que raramente fala sobre isso: Mark Zuckerberg. Em aparições públicas desde 2009, o criador/dono/chefão da rede social falou as palavras ‘privacy’ e ‘private’ apenas 68 vezes. É bem pouco para um tema tão delicado. ‘Friends’ e ‘friendship’, para comparar, estão na casa dos 350.

Os dados são do projeto The Zuckerberg Files, um arquivo digital com mais 100 transcrições e 50 vídeos de todo tipo de comunicação pública que Zuck fez ao longo dos anos — entrevistas, palestras, posts de blog, cartas para acionistas e outros. Autor da pesquisa,  Mike Zimmer afirma que o site nasceu exatamente para entender o que o CEO do Facebook pensa sobre privacidade e transparência.

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Facebook é condenado a pagar 47 milhões de reais por ter usado dados de usuários em anúncios

por Pedro Katchborian | 28 agosto 2013

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O Facebook terá que pagar mais de R$ 47 milhões de indenização por compartilhar informações privadas de seus usuários em propagandas da empresa. O caso foi resultado de um processo na justiça. Mas se você pensa que isso vai render muita grana para os 614.000 usuários que tiveram seus dados atrelados a algum interesse comercial da rede social de Markinho… você está errado.

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Mark Zuckerberg quer levar acesso à internet para 5 bilhões de pessoas

por Pedro Katchborian | 21 agosto 2013

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Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, anunciou a criação de um novo projeto que busca defender a conectividade da galera como um Direito Humano: é o Internet.org. A iniciativa consiste em tentar levar a internet para quem não tem acesso: 2/3 da população mundial ou 5 bilhões de pessoas. Altruísta esse Markinho, não?

No ano passado, a ONU defendeu o acesso à internet como um Direito Humano. Na época, um dos criadores da internet como conhecemos, Vincent Serf, escreveu um artigo contrariando a ONU e dizendo, entre outras coisas, que a tecnologia em si não é um direito, mas uma ferramenta que possibilita que suas liberdades sejam atingidas (leia o artigo em inglês aqui). Sobre isso, leia também essa coluna do Rene de Paula em que ele também não concorda com a posição da ONU.

 

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Zuckerberg hack34d0: usuário dá chilique ao ser ignorado pela equipe do Facebook postando no mural de Mark

por Manu Barem | 19 agosto 2013

Um hacker ficou magoadíssimo depois de ter suas denúncias de falhas no Facebook ignoradas pela equipe do site e resolveu protestar hackeando a conta do próprio Mark Zuckerberg. No post do mural, o hacker diz que seu nome é Khalil e que ele é da Palestina.  Clique pra continuar lendo

Facebook lança imagens para atualizar seu status e brincadeira vira meme

por youPIX | 5 junho 2013

Adolescentes estão cansados do Facebook, aponta pesquisa. Facebook deixou de ser rede social para ser um gigante feed de notícias, aponta pesquisa. Facebook is so 5 minutes ago (assim como é a expressão “so 5 minutes ago”), aponta pesquisa. Pois bem, tá todo mundo aí anunciando o começo do fim e enquanto isso a equipe de Mark Zuckerberg tenta, como se diria no futebol, correr atrás do prejuízo lançando novas funcionalidades para a rede que, bem ou mal, é o maior repositório do status emotivo do mundo.

A mais nova dela é uma ferramenta que você consegue experimentar mudando o idioma na configuração do seu Facebook para o “English (US)”.

Uma vez navegando em inglês, na caixa de atualização de status você vai encontrar um emoticon todo feliz da vida:

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E daí pode escolher brincar com o que você está “watching”, “listening to”, “eating”, “drinking”, “proscatinating”, “feeling” e por aí vai. Se você está, por exemplo, tomando um chá de cogumelo, é possível personalizar esta atividade tão específica lá no seu status.

Apostamos todas as nossas fichas e bitcoins que isso, certamente, foi feito para atrair toda uma geração mais nova que sabe se comunicar com mais eficácia via Emojis do Whatsapp do que com palavras escritas.

A questão é que a ferramenta, por enquanto, caiu nas graças desse monstrinho irônico que vive e se alimenta na interwebz.

E aí vieram as primeiras piadas. Só essa moça aqui disparou uma série:

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Qual o problema do Facebook com as mulheres?

por CAROL ALMEIDA | 31 maio 2013

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Não se sabe se foi alguma moça que não ligou no dia seguinte, ou mesmo uma menina que roubou o pirulito do Mark Zuckerberg no pátio do colégio. Fato é que fica cada vez mais claro que a rede do 1.1 bilhão de usuários precisa urgentemente consultar um terapeuta ~por motivos de~: misoginia.

E, claro, mudar ontem seu sistema de reconhecimento de imagens e moderação para evitar catástrofes maiores do que as que já vêm acontecendo.

A acusação é séria e, acreditem, não é gratuita.

O caso mais recente de desfecho trágico aconteceu na Itália, onde uma menina de 14 anos se suicidou porque não conseguiu lidar com o cyberbullying de um grupo de rapazes que comentaram em um vídeo que circulou livremente pelo Facebook durante alguns dias. Nele, a menina era vista bêbada em uma festa. Foi o suficiente para choverem mensagens agressivas e violentas contra ela.

Poderíamos gastar vários parágrafos aqui relatando outras inúmeras situações de agressões a mulheres (especialmente adolescentes), mas melhor ir direto ao ponto:

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Aplicativo faz “roleta russa” com sua vida no Facebook

por youPIX | 21 maio 2013

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É exatamente isso que você leu aí acima. A fadiga do Facebook parece ser uma coisa tão massiva agora que acabaram de inventar um aplicativo assassino/suicida que só pode ser resultado desse cansaço geral que a mais popular rede social do mundo vem causando nas pessoas (e pesquisas indicam que essas pessoas são justamente a faixa mais jovem da população facebookiana).

O app se chama Social Roulette e faz exatamente aquilo que a roleta russa da vida “analógica” faz: coloca a sua própria vida à disposição da sorte. Segundo a página do aplicativo, toda vez que você brincar com ele, há uma chance em seis de você ver sua página do Facebook sumir do mapa da web.

Na verdade, o que o joguinho faz não é exatamente apagar sua página do ~feice~, mas é quase isso.

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Veja se você se encaixa no perfil do “usuário médio” do Facebook

por youPIX | 29 abril 2013

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Qual o perfil do usuário médio do Facebook de acordo com a matemática? Foi com essa pergunta que o cientista Stephen Wolfram conseguiu criar um cálculo para identificar os padrões mais comuns de quem acessa com frequência à rede social do menino Mark. E o resultado foi uma pesquisa gigante em que Wolfram aponta alguns dados interessantes (e outros meio óbvios).

Só para sublinhar que essa pesquisa num foi trabalho pequeno não: mais de um milhão de pessoas que moram nos Estados Unidos responderam à enquete colocada no ar por Wolfram.

Veja se você se parece com esse facebookiano padrão…

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Imagine se todas as redes sociais criassem um telefone?

por youPIX | 4 abril 2013

A especulação vai acabar em algumas horas! Nesse momento o nosso querido amigo Mark está liberando todas as infos de como vai funcionar o “Facebook Phone”. Sendo uma revolução ou não, imagina se as outras redes sociais seguissem os passos do Marquinho e decidissem criar um telefone móvel?

Como poderia ser um telefone do Twitter? Do Tumblr? Do Myspace? O Mashable fez uma brincadeira caso isso acontecesse:

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Cansado do Facebook? Talvez seu “estilo de vida” seja um dos motivos

por CAROL ALMEIDA | 19 março 2013

Se os terapeutas do mundo inteiro tivessem acesso ao Facebook de seus respectivos pacientes, é bem possível que eles fossem rever completamente o exercício da conversa durante suas consultas. E que as sessões de terapia (freudianas, junguianas, lacanianas, gestalt…) criassem novos desafios e, quem sabe, paradigmas.

Naturalmente, estamos supondo que quase todo mundo com acesso a sessões de análise hoje tem uma conta no Facebook e que lá, elas façam exatamente aquilo que a maioria das pessoas faz na rede do menino-Mark: projetam uma versão melhorada de si mesmo criando, sobretudo, uma identidade moldada de acordo com o que querem representar para os outros. Enfim, é tudo aquilo que, nas entrelinhas, você faz em uma sessão de terapia, só que sem aquela coceirinha necessária da auto-reflexão.

TROCAS x DECLARAÇÕES

Em uma coluna publicada esta semana no medium.com, a diretora de Marketing Callie Schweitzer analisa que o compartilhar no Facebook costumava ser sobre “trocas” e hoje esses compartilhamentos viraram “declarações”. E em lugar de “amigos”, o que se tem hoje no Facebook é uma “audiência”.

Ou seja, mais do que aquilo que você “curte” no ~feice~, o que você compartilha para sua audiência diz muito sobre quem você… quer ser (e não exatamente que você é).

Tá, tudo isso parece estar chovendo no molhado, mas existe uma mudança de comportamento importante aí. A diferença entre “troca” e “declarações” é simples:
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