Brands as creators: como marcas podem se conectar e engajar construindo uma influência autêntica

Influência é sobre a capacidade de fazer uma mensagem circular dentro de um determinado grupo. Influência é conversa. É ir além da conversa funcional, publicitária e extrativista. É sobre entender os universos de conversa que se conectam com a marca e, a partir deles, se relacionar com um creator e sua comunidade. É sobre planejar e produzir conteúdo pensando como criadores pensam. Hoje, ser influente é sobre conseguir engajar comunidades (de todos os tamanhos). E quem é relevante é capaz de influenciar o comportamento a ponto de gerar uma compra. Mas como marcas podem ser influentes em um contexto com tanta gente e tanta empresa competindo por espaço e atenção?
Sep 18 / YOUPIX

Pessoas não confiam em marcas

Segundo o estudo Trust Barometer, realizado pela Edelman, 74% dos consumidores usam uma ou mais formas de bloquear anúncios no digital e 48% usa AdBlocker. As conversas estão rolando, a marca querendo estar lá ou não! Já falamos sobre isso anteriormente: não seria mais interessante fazer parte dessas conversas do que pagar para interrompê-las?

Da ativação pontual para a ativação contínua

Construir influência não é uma ação isolada ou algo que se faz com um post no feed e três stories. É um processo contínuo. Não tem fórmula pronta, mas se você quer um passo a passo rápido, se liga:

  • Fomente conteúdo e ações
  • Construa autenticidade
  • Conecte-se com a comunidade
  • Mantenha a coerência

Aqui, o comportamento é o direcional. Ter a leitura do conteúdo sob a ótica do comportamento e não do "formato", nos permite desenhar conteúdos que respondam a uma necessidade, independente do formato.

Entre na conversa, solve for influence

À medida que a tecnologia permitiu, a mídia foi se tornando mais segmentada e personalizada, mas entramos na era da comunidade, onde apenas os dados e a tecnologia não são suficientes para que uma mensagem seja absorvida. A influência tem papel protagonista em adicionar contexto e se conectar em um nível muito mais profundo do que a publicidade jamais conseguiu.

Encontre seu nicho

É cada vez mais necessário compreendermos a dinâmica das comunidades, online e offline, para que isso nos ajude a criá-las e nutri-las do jeito certo. É na atuação customizada e personalizada que os melhores resultados são apresentados. Mais do que buscar o efeito orgânico da viralização, procure a consistência na construção de sua comunidade. 

Se você está tentando fazer tudo para todos, isso nunca será tão efetivo quanto algo personalizado para um grupo pequeno de pessoas ou uma micro-comunidade. Para construir comunidades eficazes, vale lembrar que elas são formadas por pessoas. Ao invés de focar apenas em tópicos, é essencial se envolver em conversas com a comunidade. Identificar paixões e territórios nos quais a marca já está inserida simplifica a identificação de necessidades do nicho. 

Tudo gira em torno das narrativas

Criar uma narrativa coerente, que englobe elementos culturais, ícones e elementos sagrados para sua audiência, é essencial. Desenvolver técnicas de narrativa criativa que envolvam o público em narrativas compartilhadas pode ajudar a fomentar uma conexão além da mera monetização.

Lembre-se, as pessoas podem não ter 30 segundos para gastar com interrupções, mas certamente têm 30 minutos para ouvir uma história envolvente.

Keep on Testing

Testes continuarão sendo importantes, não importa qual seja o seu grau de maturidade. A diferença é que as formas de procurar entender a sua
audiência é dada cada vez mais pela chave da proximidade.

Não há respostas ou receitas prontas para construir influência e pensar na comunicação da marca como um creator pensaria. A busca é sempre pelo aprimoramento do conteúdo nativo com as melhores práticas possíveis e desenvolvendo metodologias a partir das métricas e dados.  

O que estão fazendo por aí?

Marcas com Bis, Duolingo, Burger King e muitas outras têm dado aulas de como se comunicar com a comunidade sem apelar pro publicitês. Veja abaixo alguns exemplos do que acontece com o conteúdo quando a marca conhece seu público, testa novos formatos, pensa em nichos e, principalmente, produz em formatos e linguagens nativas. 

Será que você preparado pra essa conversa?

Spoiler: a maior parte das marcas ainda tem medo de desapegar do formato publicitário, de usar mais creators nas próprias redes. Na nossa consultoria a gente sempre fala que as redes proprietárias das empresas têm que estar 100% nas mãos dos criadores de conteúdo. Nessa hora, nossos clientes sempre levam um susto. 

Grande parte porque o conteúdo que a marca endereça para as redes não serve pra ser comunicado lá, porque as redes não foram feitas para comunicação empresarial (exceto o LinkedIn). É aí que entra o nosso plano editorial e as marcas entendem como podem atuar mais como creators. Automaticamente elas vão observando o engajamento, a performance desses conteúdos e mudando, de fato, essa lógica.

Quer aprender a pensar na influência de forma estratégica, criando planejamentos de tirar o fôlego? Conheça nosso curso de Marketing de Influência, o IMP, que nada mais é do que a metodologia da nossa consultoria revelada para você. 

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